Sábado, 21 de Novembro de 2009

Foz da Alma

Esposende, foz do rio Cávado/2008

Olha de frente a linha do horizonte, resiste a fechar os olhos ou a deixá-los embaciar pela cortina salgada que tantas vezes se descerra entre a mão e a pedra-de-toque. E, se um dia voltares a distinguir a linha difusa de uma nave que viaja numa rota que não aquela para que segues, deixa-a, pelo menos, partilhar contigo as águas em que navegas... Há algo que vos há-de unir: serdes feitos de mar com sede de navegar.

3 comentários:

Marta disse...

Sempre!

Andy disse...

..."serdes feitos de mar com sede de navegar"

não poderia ser mais belo.

LauraAlberto disse...

E na viagem, nas viagens, chegamos sempre ao ponto de partida.
Circum-viagem, inter-viagem.
Beijinho!