Esposende, foz do rio Cávado/2008Olha de frente a linha do horizonte, resiste a fechar os olhos ou a deixá-los embaciar pela cortina salgada que tantas vezes se descerra entre a mão e a pedra-de-toque. E, se um dia voltares a distinguir a linha difusa de uma nave que viaja numa rota que não aquela para que segues, deixa-a, pelo menos, partilhar contigo as águas em que navegas... Há algo que vos há-de unir: serdes feitos de mar com sede de navegar.
3 comentários:
Sempre!
..."serdes feitos de mar com sede de navegar"
não poderia ser mais belo.
E na viagem, nas viagens, chegamos sempre ao ponto de partida.
Circum-viagem, inter-viagem.
Beijinho!
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